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segunda-feira, 5 de maio de 2008

CAMPEÃO PAULISTA 2008







Logo no túnel que dá acesso ao vestiário do Palmeiras, no Palestra Itália, foi pintada uma frase do jornalista Joelmir Beting após a reforma deste ano: “Explicar a emoção de ser palmeirense a um palmeirense, é totalmente desnecessário. E a quem não é palmeirense, é totalmente impossível”.
Mas sobre isso era desnecessário escrever. A torcida do Palmeiras nunca nem cogitou a hipótese de abandonar a sua paixão. Alguns insistem em dizer que a cor do amor é o vermelho, mas não há como ter certeza disso. Não depois de ver o Palestra Itália lotado, em dia de jogo do Verdão!
São muitos os heróis na vasta História do clube. Mas é hora de reverenciar os atuais. Como Valdivia, o chileno que deve ter nascido palmeirense. O Mago, aquele que “chorou” pelos adversários em vários momentos da campanha. O camisa 10 do toque de qualidade, dos gols e do título!
Marcos é uma daquelas unanimidades. Daqueles jogadores que até os rivais admiram. Mas só o palmeirense pode ter o orgulho de ver o seu Santo com sua camisa. E tiveram tantos outros destaques, como Léo Lima, Alex Mineiro, Pierre, Leandro...
Este ano será para sempre especial na memória do torcedor. Não só pelo título paulista, que está longe de ser inédito na vasta galeria de troféus do clube. Mas a faixa de 2008 não sairá da cabeça da torcida - “que canta e vibra”, como até o hino do clube diz - por um bom tempo.
Muitos falarão que é por causa da fila, que já durava sofridos nove anos. Mas só o tempo não pode explicar o que os milhões de palmeirenses passaram nesta quase uma década. Foram anos difíceis, modestos, de um clube que nunca tinha pensado assim em sua história.
História que já nasceu campeã. Ou algum outro time foi campeão em seu primeiro jogo com o nome atual? Pois é, o Palmeiras foi em 1942. E já tinha conquistado outros tantos títulos antes disso, com o nome de Palestra Itália, que precisou ser trocado por conta de uma Guerra, a maior delas, na verdade.
Mas muito já se falou sobre a História. Agora é hora de comemorar o 22º título paulista! Uma conquista planejada, como há muito não se via nos lados do Palestra Itália. Que apostou em um técnico vitorioso, em jogadores caros mas de grande qualidade técnica e que teve a torcida como o apoio, sempre.



CAMPANHA
Clique em cada jogo e veja a ficha e a crônica da partida.
PALMEIRAS 3 X 1 SERTÃOZINHO
SANTOS 0 X 0 PALMEIRAS
MARÍLIA 0 X 1 PALMEIRAS
PALMEIRAS 2 X 2 MIRASSOL
PALMEIRAS 0 X 1 ITUANO
NOROESTE 1 X 0 PALMEIRAS
PALMEIRAS 0 X 3 GUARATINGUETÁ
PALMEIRAS 3 X 1 GUARANI
JUVENTUS 0 X 4 PALMEIRAS
RIO CLARO 1 X 1 PALMEIRAS
PALMEIRAS 1 X 1 RIO PRETO
CORINTHIANS 0 X 1 PALMEIRAS
BRAGANTINO 2 X 5 PALMEIRAS
PALMEIRAS 4 X 1 SÃO PAULO
PALMEIRAS 2 X 1 PONTE PRETA
PAULISTA 0 X 2 PALMEIRAS
PALMEIRAS 1 X 0 PORTUGUESA
PALMEIRAS 3 X 1 SÃO CAETANO
BARUERI 0 X 3 PALMEIRAS
SÃO PAULO 2 X 1 PALMEIRAS
PALMEIRAS 2 X 0 SÃO PAULO
PONTE PRETA 0 X 1 PALMEIRAS
PALMEIRAS 5 X 0 PONTE PRETA

quarta-feira, 9 de abril de 2008

CHIQUEIRO....FESTA NO CHIQUEIRO!!!


Segunda semifinal será no Palestra
Federação atende ao pedido do Palmeiras e passa jogo do Morumbi para a casa do Verdão

Palmeiras e São Paulo poderão jogar cada um dentro dos seus domínios
A Federação Paulista de Futebol acatou a solicitação do Palmeiras e transferiu, nesta quarta-feira, o segundo jogo das semifinais do Paulistão, contra o São Paulo, do Morumbi para o Palestra Itália.
Na última segunda-feira, a FPF, em reunião do seu Conselho Arbitral, tinha apontado o Morumbi para os dois jogos. Pelo regulamento da competição, os mandos das fases finais são da Federação, que tem o poder de indicar os estádios para as partidas. No entanto, o presidente Marco Polo Del Nero deixou aberta a possibilidade de rever o segundo encontro caso a Polícia Militar e o Ministério Público garantissem a segurança do evento. A PM, por sua vez, devolveu a responsabilidade à FPF e o seu comando disse que o jogo fosse marcado que a segurança seria responsabilidade do policiamento.
O Palmeiras reclamou, apesar de ter assinado o regulamento no início do campeonato. Por ter de atuar duas vezes no Morumbi, a diretoria considerou que estaria em desvantagem, já que o estádio é a casa do rival. Sem muitas esperanças de jogar no Palestra, duas cidades do interior foram sugeridas como opção: Ribeirão Preto e São José do Rio Preto. Uma inspeção da PM chegou a ser feita no estádio Santa Cruz, em Ribeirão.
Após nova reunião, nesta quarta, a Federação Paulista voltou atrás na sua decisão e transferiu o jogo do dia 20, às 16 horas, para o Palestra Itália.

AS SEMIFINAIS DO PAULISTÃO
12/4 (18h10m)
Ponte Preta x Guaratinguetá
Moisés Lucarelli, Campinas
13/4 (16h)
São Paulo x Palmeiras
Morumbi, São Paulo
19/4 (18h10m)
Guaratinguetá x Ponte Preta
Dario Rodrigues Leite, Guaratinguetá
20/4 (16h)
Palmeiras x São Paulo
Palestra Itália, São Paulo

terça-feira, 8 de abril de 2008

CARTUXA


Herdeiro de uma longa tradição, este vinho associa a sua qualidade ao nome dos monges CARTUXOS, que desde 1587 levam uma vida solitária e de oração no Convento de Santa Maria SCALA COELI.Aroma evoluido, notando-se a presença da casta Trincadeira misturada com as notas quentes da planicie alentejana. PROVA: Boa prova de boca, tudo muito afinado, floral e cheio. Este vinho, embora possa ser consumido desde já, apresenta potencial para envelhecer. Estagiou 12 meses em barricas de carvalho francês. CASTAS: Aragonez, Trincadeira, Alfroxeiro, Tinta Caiada, Castelão e Moreto.
A CARTUXA DE SANTA MARIA SCALA COELI foi construída em Évora, entre 1587 e 1598, pelo Arcebispo D. Teotónio, da Casa de Bragança, a qual, uma vez reinante, enriqueceu artisticamente a igreja: no século XVII D. Pedro II com pórtico e fachada de mármore, admirada do exterior, no XVIII D. João V com retábulo de talha dourada; por isso esta igreja foi declarada monumento nacional em 1910.
O mosteiro em si é pobre e simples, mas espaçoso: o claustro, com jardim de um hectare, é o maior de Portugal. Nele se encontram as celas, onde os cartuxos se consagram a Deus numa vida de oração na solidão e no silêncio. Das celas vão ao coro três vezes, Missa de manhã, Vésperas à tarde, Matinas e Laudes à meia-noite: quatro horas de canto gregoriano, sem acompanhameno instrumental, parte em latim mas a maior parte em português.
Como pobres de Cristo, os próprios monges atendem à manutenção da comunidade, mas os que para tal têm de sair da cela (ordinariamente os não sacerdotes), trabalham ainda em solidão e em silêncio. A austeridade da sua vida permite-lhes reduzir esse tempo em favor duma larga dedicação, na cela, às ocupações do espírito: devoções, leitura, meditação, contemplação.
A clausura, da qual não saem senão por necessidade e na qual ninguém entra senão por exceção, apenas os varões, ajuda a criar um ambiente favorável para a união com Deus. Precisamente essa união com o seu Senhor acende nos seus corações a caridade, que os move a rezar intensamente pela salvação de todos os homens e também os leva a unir-se intimamente aos outros solitários com quem convivem no mosteiro.
Esta união praticam-na e exprimem-na nas festas, que celebram com atos comunitários mais frequentes: cantam mais tempo na igreja, comem juntos, conversam pela tarde. Outra tarde por semana saem de passeio, conversando entre si, pelos campos alentejanos, que ao norte da cidade estão despovoados e desertos.
O mosteiro fica perto de Évora e o seu sino, especialmente o da meia-noite, forma parte do encanto da cidade-museu, património da humanidade. Hoje a Cartuxa de Santa Maria Scala Coeli é considerada pelos eborenses como um dos seus tesouros, artístico e, ainda mais, espiritual. E assim foi durante os séculos XVII e XVIII; naqueles tempos professaram nesta e noutra cartuxa que existiu em Lisboa, um português cada ano. Mas em 1834, as forças revolucionárias expulsaram os cartuxos, junto com todos os religiosos. O mosteiro passou a ser do Estado que o aproveitou para Escola de agricultura (a monumental igreja serviu de celeiro...). No fim do século a família Eugénio de Almeida adquiriu as ruínas. A meados do XX o herdeiro, Vasco Maria, Conde de Vil'alva, decidiu restaurar o mosteiro e devolvê-lo à Ordem. Sete foram os fundadores em 1587 e sete os restauradores em 1960. A partir de então a vida cartusiana renasceu e reviveu em Santa Maria Scala Coeli, aberta ao ingresso de novas vocações portuguesas.
As comunidades contemplativas são sempre pequenas e as cartusianas ainda mais (diziam os antigos que os cartuxos não se contam, só se pesam...): para a vida litúrgica e a vida pobre desta Ordem, a tradição conformava-se com a dúzia, o "apostolado". Grande é o atractivo que a Cartuxa exerce em Portugal, muitos os que se interessam por esta vida, mas a Ordem prefere manter a pureza dos seus costumes eremíticos e contemplativos, seleccionando bem os candidatos. É sempre possível e aconselhável uma visita, uma experiência, e Deus escolhe então os seus. Todavia, o bom Deus não lhes pede qualidades especiais para o canto, nem forças ou esperteza para o trabalho, nem habilitações para os estudos: apenas quer fé e amor, generosidade e desprendimento, e algo de que os cartuxos falam muito: simplicidade, no sentido de saber reduzir-se ao essencial, que é Deus, e renunciar a tanta coisa supérflua que a sociedade julga indispensável mas de que o solitário nem se lembra.
Essa vida simples mas profunda e elevada, vida divina no seu termo embora humana nos seus condicionamentos, desenvolve-se num mosteiro amplo, aberto ao céu alentejano, alegre na cal das suas paredes e no verde perene das suas plantas: laranjeiras, ciprestes, buxo, murta. Um "deserto" de 80 hectares rodeia e protege a casa, com eucaliptos, sobreiros, oliveiras, pastos para uma cabana de brancas vacas.
Esta cartuxa, o único mosteiro contemplativo masculino em Portugal, tem como orago e padroeira Santa Maria Scala Coeli, Escada do Céu, advocação equivalente à Assunção de Nossa Senhora, mistério marial representado na sua majestosa fachada. A Virgem Branca olha, do seu trono de mármore da cartuxa de Évora, para as necessidades dos seus filhos portugueses e eleva ao Céu as suas mãos puras, numa prece solícita e maternal. Com ela e como ela, os filhos de São Bruno sentem como próprias as alegrias e aflições dos seus irmãos, e apresentam também a Deus a sua súplica enternecida. Os cartuxos não pregam, não ensinam; fazem (é palavra de Pio XI) "muito mais": oferecem ao Senhor, em favor de todos os homens, uma vida de sacrifício e oração, renúncia e amor, austeridade e recolhimento, silêncio e solidão, trabalho e liturgia, pobreza e obediência, castidade e estabilidade, ascetismo e misticismo: uma existência, enfim, de fidelidade ao Evangelho e de entrega total a Deus.

segunda-feira, 17 de março de 2008

Torcida me pede para comemorar com "chororô", diz Valdívia


Na goleada palmeirense por 4 a 1 sobre o São Paulo no último domingo em Ribeirão Preto, Valdívia fez o terceiro gol em cobrança de pênalti e repetiu a comemoração do gol da vitória por 1 a 0 sobre o Corinthians, há duas semanas: moveu as mãos em frente aos olhos simulando que estava chorando.
Contudo, se no Morumbi diante dos alvinegros o gesto era uma resposta ao zagueiro rival William, que o teria chamado de "chorão e reclamão", contra o time tricolor a motivação do chileno era para a torcida palmeirense, que pediu para o camisa 10 repetir a comemoração.
"Chorei de novo porque os torcedores me param na rua e pedem para que eu comemore assim", afirmou o meia, que ainda sofreu o pênalti que originou a virada palmeirense no Estádio Santa Cruz, em cobrança de Denílson.
O triunfo de domingo também consolidou a fase goleadora de Valdívia. O ídolo palmeirense já marcou cinco gols no Campeonato Paulista e atualmente tem se acostumado a sair de campo como um dos artilheiros.
O chileno assinalou quatro gols nos últimos quatro jogos pelo Estadual - além de marcar contra Corinthians e São Paulo, balançou as redes de Rio Preto e Bragantino. Das últimas apresentações do Palmeiras, o camisa 10 só não fez gol contra o Cene-MS, pela estréia na Copa do Brasil, e Ponte Preta, já que estava suspenso.

sexta-feira, 14 de março de 2008

O que me faz feliz...

Acordar ao lado da minha Vida
Cozinhar todos os dias
Tomar banho de banheira
Viajar para qualquer lugar
Descobrir pessoas dentro de pessoas
Ler livro de cozinha
Ir ao cinema no domingo
Comer pão na chapa
Assitir todos os canais de esportes
Dias quentes
Lasanha
Clientes dispostos a atender
Clientes que pagam em dia
Tomar um bom vinho
O cansaço prazeroso de um fim de semana
O barulho de F-1
Peixe fresco
Ter a Keka sempre por perto
Andar com o pé no chão
Cozinhar para minha Vida
Qualquer programa com a minha Vida
Barulho de chuva
Churrasco com amigos
Chopp do Juarez
Jogo de futebol
Arroz com feijão gordo
Assistir um filme
Descobrir uma receita nova
Tomar banho morno
Gargalhar do nada
Cantar dirigindo
Comer a torta da minha avó
Ficar amigo de quem você é fã
Olhar minha Vida dormindo
Cachorro quente
A amizade da minha filha
Minha Vida comigo na cozinha
Andar de Astra com o vento batendo na cara
Ver o Verdão jogando
Contar histórias antigas
Minhas facas
Amigos como os super amigos: Anderson, Renatão, Salomão, Zalamena, Mauricio, Eduardo e o Bode.
Comer pizza
Ganhar um beijo da minha Vida
Café
Gente educada
Cozinhar bebendo
Assistir programa de culinária
E-mail
Sorrisos
Rock
Casa lotada de amigos
O mar
Levar minha filha para escola
Fazer lição com minha filha
Fazer amor com a minha Vida
Hino do Palmeiras
Frio na barriga
Dormir depois de comer e beber
O sorriso da minha Vida
Comer sem culpa
A gargalhada da minha filha
Reticências...

quinta-feira, 13 de março de 2008

Salmão do Spina
















Numa assadeira passe azeite, pimenta do reino e sal grosso. Coloque o salmão com a carne pra cima igual a foto, depois regue com bastante azeite, sal grosso e pimenta do reino. Reserve.

Pique: Coentro, salsinha, cebolinha, hortelã, manjericão, aliche, alcaparras e 1 dente de alho. Tem que picar bastante, quase virar uma pasta.

Coloque numa vasilha as ervas com bastante azeite e 1 colher de mostarda e misture bem.

Espalhe bem sobre o peixe e raspe um limão siciliano por cima. Depois corte me rodelas o limão e espalhe pelo peixe.

Leve ao forno médio por 30 min., não precisa cobrir com papel alumínio.

Bom apetite.

segunda-feira, 10 de março de 2008

Difícil beber com moderação




Cerveja Karmeliet: difícil beber com moderação
Karmeliet: vários formatos de garrafas
Na Bélgica, pátria mãe das melhores cervejas do planeta, existem várias classificações de região ou estilo de cerveja. As cervejas brancas feitas com trigo, as Flanders Red e
Lambic já comentadas aqui na coluna, as de estação Saison, as trapistas - obrigatoriamente produzidas na igreja - e as de abadia que nem sempre são realmente feitas em igrejas, mas devem obedecer as antigas receitas dos monges para obter o selo. Fora dessas classificações, as bebidas são designadas Special ( especiais), caso da famosa Duvel e até mesmo uma de minhas marcas favoritas, a Tripel Karmeliet.
A Tripel Karmeliet é produzida pela família Bosteels, responsável pelas famosas Kwak, e a cerveja feita pelo mesmo método de Champagne, a Deus. O herdeiro Antoine Bosteels usa uma receita de 1679 pertencente a um monastério carmelita, uma cerveja de três grãos: aveia, trigo e malte. Essa combinação gera uma das melhores bebidas que conheço.
No tanque: combinação de três grãos
Como todas as cervejas especiais no mundo a Karmeliet tem seu próprio copo para degustar, que lembra uma taça de vinho borgonha tinto. Colecionar os copos das cervejas favoritas é praxe entre os apreciadores.
A Karmeliet é produzida em diversos formatos de garrafa, da tradicional 330 ml até grandes formatos. Assim como nos vinhos, as garrafas grandes guardam líquidos mais untuosos, complexos. No nariz é uma explosão de aromas: laranja, caramelo, damasco; na boca sabor muito longo e uma ligeira doçura que torna a degustação mais fácil para maioria das pessoas.
Já tive oportunidade de degustar com o cervejólogo belga Xavier Depuydt algumas Karmeliet envelhecidas - foram experiências inesquecíveis, no nariz lembra um "bolo neutro de mãe quando sai quente do forno", só que frio. Beber estupidamente gelado só o que é muito ruim, numa bebida que realmente preste a temperatura nunca vai ao extremo.
Copo da Tripel Karmeliet: lembra uma taça de vinho borgonha
Com comida, fora o casamento perfeito com mexilhões, tem-se uma gama muito rica de combinações com Karmeliet: peixes, pato com molho adocicado, cordeiro e queijos em geral.
Eu gosto de beber várias cervejas diferentes. É monótono ficar a noite toda numa só. Mas com a Karmeliet eu costumo gostar... e depois me esquecer de tudo que fiz por conta do exagero. Tarefa difícil beber a Karmeliet com moderação...

SERVIÇO
• Site oficial
www.bestbelgianspecialbeers.be
• Belgian Beer Paradise São Paulo: Rua Normandia, 52, Moema, tel.: (11) 5044-3956Rio de Janeiro: Avenida das Américas, 500, BL9, Lj 120, Barra da Tijuca, tel.: (21) 3153-7675.www.beerparadise.com.br
• Emiliano (SP)Rua Oscar Freire, 384, JardinsTel.: 3068-4399www.emiliano.com.br




Matéria do ED MOTTA

terça-feira, 4 de março de 2008

Verdão provoca: 'Eu nunca vou deixar de rir'


Rivais criam camisas satirizando a campanha corintiana pela volta por cima no Brasileirão

Os palmeirenses amanheceram nesta segunda-feira com um largo sorriso. Além de derrotarem o rival Corinthians (1 a 0) no clássico que pode ser o único do ano entre os dois clubes, os torcedores alviverdes estão criando uma nova mania na internet, satirizando a famosa campanha corintiana 'Eu nunca vou te abandonar… porque eu te amo'.
Os rivais dos alvinegros podem comprar camisas personalizadas, de acordo com o time do coração. Tem até site comercializando as peças a R$ 30. Quem não compra manda fazer. O palmeirense Henrique Costa, por exemplo, pagou pela confecção da sua camiseta, que exibe orgulhoso nas fotos do site de relacionamentos Orkut.
- Ontem (domingo) não fui com a camisa, pois o manto verde é a maior provoção aos rivais, mas usei no jogo contra o Rio Preto, no Palestra Itália. Na ocasião, muitos palmeirenses me pararam pra perguntar onde comprei, mas a resposta era sempre a mesma: Mandei fazer! - explica o torcedor.

Valdivia: 'Deixei eles chorando'

O meia Valdivia, do Palmeiras, imitou Souza, do Flamengo, simulou um choro após o gol que garantiu a vitória do Verdão sobre o Corinthians, por 1 a 0, neste domingo. Ele diz que foi chamado de chorão pelo zagueiro William, do Timão, e por isso, foi à forra, cheio de ironia.- Chorei mesmo, mas foi de alegria. Falaram que Valdivia é chorão, que chora, chora. O que eu fiz? Deixei eles chorando. E eu estou chorando de alegria - comemorou o palmeirense.O camisa 10 do Verdão, aliás, comemorou o gol e a vitória como se ganhasse um título. Após a partida, deixou o gramado gargalhando e olhando para William. No entanto, não houve maiores provocações.O lateral-esquerdo corintiano André Santos não gostou muito da atitude do palmeirense.- O Valdivia é bom jogador, mas é muito cheio de gracinha - reclamou.No jogo entre Flamengo e Cienciano-PER, pela Taça Libertadores, na última quarta-feira, o atacante Souza, do Rubro Negro, também fez que estava chorando, ironizando as reclamações dos botafoguenses após a polêmica final da Taça Guanabara.